segunda-feira, janeiro 19, 2015

Em defesa de Nicholas Sparks












Não que ele precise, ou sequer se importe, no entanto, ouço e leio tantos comentários contra o seu tipo de escrita que (talvez por ser do contra) senti necessidade de vir, também eu, mandar o meu bitaite.
Se há coisa que aprecio em livros é a capacidade de me transportarem para a história e me fazerem sentir tal e qual as personagens. Ora, a receita de Nicholas Sparks é simples e infalível: boy meets girl, amor impossível para lá de profundo, romance de alto gabarito, drama para haver a separação e, no final, acaba tudo em bem. Ou em lágrimas. Mas bem na mesma.
Gosto de ter a certeza que, ao ler um livro deste senhor, vou relaxar com as descrições da Carolina do Sul, entreter-me com a apresentação dos personagens, derreter com os detalhes românticos entre os dois, vibrar com o reencontro e, para finalizar, fechar o livro em choro apoteótico ou sorrisos previsíveis. Para mim funciona na perfeição, é o que procuro num livro de mesa-de-cabeceira ou férias, que me descontraia.
Podia por-me aqui a descrever as histórias da colecção de livros da Agatha Christie da minha avó paterna que comecei a ler quando tinha uns 11 anos e acabei pouco tempo depois, contudo, aguçavam-me os sentidos, punham-me tensa... eram excelentes, confesso!
Hoje em dia, feliz ou infelizmente, não preciso ler livros para sentir o mesmo, basta ligar a televisão e ver cinco minutos de telejornal. Para tragédias, assassinatos e problemas sem solução à vista, já me chega a realidade em que vivemos. Cliché? Verdade.
Por tudo isto e, com certeza algo mais, não há nada que chegue a abrir um livro de Nicholas Sparks ao pé do mar.
Só tenho pena de não ter tido a mesma ideia que ele, antes, e hoje seria uma escritora de sucesso porque, digam o que disserem, critiquem o que criticarem, sucesso não lhe falta.

segunda-feira, janeiro 05, 2015

Things to do before 30 - part I


















  1. Move out your parents house;
  2. Live in another country;
  3. Share a house with a friend;
  4. Speak, at least, one language as good as your mother tongue;
  5. Get a tattoo;
  6. Grow your hair long (because there'll come a time when it might not look appropriate);
  7. Travel as much as you can;
  8. Get engaged;
  9. Live with your fiancé;
  10. Write a book...
(to be continued...)

sábado, janeiro 03, 2015

Boas Festas


Balanços do ano só mesmo no aniversário e mentalmente, por isso deixo apenas os meus desejos para 2015:

  1. Que seja melhor que 2014;
  2. Que a família tenha muita saúde;
  3. Que o sentimento mais frequente seja felicidade;
  4. Que as surpresas sejam boas;
  5. Que os patamares subidos sejam recompensados;
  6. Que os amigos de verdade (e, às vezes, os de verdade não são os que vemos todos os dias, nem os que vemos uma vez por ano: são os que mesmo vendo só algumas vezes se fazem sentir sempre presentes);
  7. Que nos desiludam menos e não desiludamos ninguém;
  8. Que as relações se tornem mais fortes;
  9. Que venham mais livros bons, mais filmes significantes e mais series caricatas;
  10. Que as viagens de lazer sejam uma constante;
  11. Que o conhecimento seja exponencial;
  12. Que tudo faça sentido (e o que não fizer que seja por uma boa causa).

Feliz Ano Novo! ;)

terça-feira, dezembro 30, 2014

Vainbook


Não sou de ir todos os dias às redes sociais, até porque, quando lá vou, raramente vejo notícias dos meus amigos, aparece-me sempre mais sobre bandas de música, realizadores e outras coisas em que pus "gosto" (gosto mas não preciso de ver o que fazem todas as semanas). Claro que podia seleccionar para que não me aparecesse mas eu quero ver... uma vez por mês... chega!
Em espécie de retrospectiva deste ano, no que diz respeito a redes sociais o que elas me mostraram, nomeadamente o Facebook, foi não haver casamentos aborrecidos, relações tempestuosas ou pessoas com vidas monótonas, graças ao Senhor anda tudo com uma vida digna de conto de fadas. Temos, também, os grupos secretos para que só alguns vejam, é válido, no entanto acaba sempre por se ver tudo, tendo amigos naquele grupo, afinal, "uma vez na internet, para sempre na internet".
Vale tudo para fazermos boa publicidade pessoal e a Maria Carolina se colocar fotos a chorar porque todas as amigas têm namorado menos ela, ou o Alberto Carlos fotos aborrecido em casa porque todos os amigos saem à noite menos ele, não é bom marketing, não suscita interesse, não vende.
O que vende são fotografias de viagens (e essas valem a pena ver), beijos na boca (dispensamos), brindes e bebedeiras com grupos de amigos entre os quais há uma grande amizade à noite (preciosas estas amizades) e jantares exóticos (para vermos como o nosso peixe cozido é insosso ao pé do sushi deles). É a feira das vaidades, a revista Caras do comum mortal.
Quem, ao abrir a página, não ficaria surpreendido pela sinceridade dos que mais lá publicam? O emprego que não preenche, o divórcio que está iminente, os namorados que se dão tão bem como russos e ucranianos (embora tenhamos sido brindados todo o ano com posts romanticos entre eles), o que se apercebe que dos seus 500 amigos só pode contar com um e a que tem uma vida entediante mas se refugia nos copos no bar da moda quando os colegas podem ir com ela.
Não que fique contente com as adversidades que os outros enfrentam, até porque há sempre os que não publicam alegrias mas andam felizes da vida, era só mesmo para sentir um bocadinho da imperfeita realidade no meio do perfeito cinismo. 
Porque melhor que folhear uma boa revista cor-de-rosa, é assistir à nova temporada duma série imprevisível.

quarta-feira, novembro 19, 2014

quarta-feira, outubro 15, 2014

Ditado português do dia


"Quem muito desconfia não é de confiar."

segunda-feira, setembro 22, 2014

:D


quinta-feira, setembro 18, 2014

Ao extremo















É o problema dos extremistas:
  • fé, têm a mais (e, já todos sabemos, o que é demais é erro);
  • interpretação, só à letra e sabe Deus (seja que deus for);
  • inteligência, muito pouca (só lhes dá para o mal, como dizia o meu avô).
Se católicos tiveram os da Inquisição, muçulmanos têm agora os da ISIL.
If only closed minds came with... tied hands.

Don't you just love...




















...When the following sentence "what's essential is invisible to the eye" comes with a picture like that? ;)
Ohhh the wonders of internet!

quarta-feira, setembro 10, 2014

Post ressabiado



















Este é o verdadeiro post ressabiado porque se há coisa que odeio é a espécie sonsa.
Há 2 tipos de amigas: as cabeça no ar mas verdadeiras e as "amigas". Estas últimas, aparentemente, vivem tranquilas no seu canto para, oportunamente, porem a casa dos outros a arder. Como? Ora, dirigir-se a outrem, subtil e "inocentemente", com alguma invenção à mistura, para meter lenha na fogueira (com sorte até pode bater certo o suficiente para manter a chama acesa) é sempre uma boa forma de ficar confortavelmente quentinha a assistir à sua ascensão a única-amiga-que-fica-bem-na-fotografia, o resto são cinzas.
Todavia, acaba por ser indiferente, afinal, todos sabemos que estas são, e serão, apenas "amigas". Cliché ou não: ser fiel, tentar sempre animar, evitar magoar e, acima de tudo, estar lá nos bons e nos maus momentos, ainda que com disparates à mistura, não é para todos.
Eu avisei que este era um post ressabiado porque a sonsisse só pode ser a pior coisa à face da terra. É isso e os jihadistas.

quarta-feira, agosto 27, 2014

On friends


domingo, agosto 24, 2014

After a while*



Após anos sem a ver, voltei à série Sex & the City e revi-a duma ponta à outra.
Como de costume, não me desiludiu, há sempre uma ou outra situação com que, facilmente, nos relacionamos, a amizade entre as quatro é exemplar, o sentido de humor é uma constante e, ainda que algum do vestuário seja extravagante, a maioria é intemporal.
A sexta temporada é a que me custa mais assistir, não por ser a última, mas por haver a constrangedora viagem a Paris: o vaguear pelas ruas pitorescas de Paris sempre com o semblante triste e carregado, os dias solitários numa cidade tão romântica, a luxúria e a abundância que nada podiam fazer quanto ao seu estado taciturno. Carrie estava lá, com o seu Russo, numa cidade de sonho, onde sempre quis ir, contudo, não conseguia estar feliz. Como consequência, não podia deixar de imaginar como seria estar lá com alguém que se preocupasse, alguém que a fizesse rir... Mr.Big. Obviamente que, quando este último aparece para a salvar, - qual príncipe encantado no seu cavalo branco - o meu coração chega ao ponto de fusão, afinal, apanhar um avião de New York para Paris, apenas para tentar resgatar um amor, não é para todos e estas atitudes enchem as medidas a qualquer romântica incurável que se preze, como eu. ;)
As pessoas fazem os locais. Não há cidade, por mais perfeita que seja, que nos faça feliz com a companhia errada. E até eu, que odeio pessoas que não as minhas, tenho que constatar os factos. :)

* you just want to be with the one who makes you laugh.

Limitless vs Lucy


A good movie about the brain (made by someone who uses, at least, 10% of his brain):













A movie about the brain (made by someone who doesn´t use it):

quinta-feira, agosto 07, 2014

terça-feira, julho 29, 2014

Lucas
























May you be my new best friend.

terça-feira, julho 22, 2014

segunda-feira, junho 23, 2014

The New York Post


Ora, acabo de ler no New York Post inúmeros comentários de brasileiros que no último jogo Portugal x USA torceram por quem? USA, claro está! Está? Nem por isso.
Senão vejamos: serei eu a única idiota que quando o Brasil joga torce por eles? Até podia ser mas, na verdade, olho à minha volta e, praticamente, todos os meus amigos, familiares ou conhecidos, não jogando Portugal, torcem pelo "País Irmão". Obviamente, podemos sempre acreditar que havia excepções brasileiras do nosso lado e, os que não estavam, torciam pela equipa mais fraca de modo a que fosse essa a enfrentar o Brasil (e não é que essa torcida até tem dado certo?...). No fundo, sabemos que não terá sido bem assim, é mais do mesmo, tal como "nuestros hermanos": uma vida a torcer por eles e eles sempre nas tintas para nós, pequenitos!
Enfim, depois de ler os tais comentários nesse jornal norte-americano constato que, realmente, os portugueses não aprendem. Acho que a única coisa que os portugueses sabem é escrever sem dar erros ortográficos...

quarta-feira, junho 18, 2014

2014 FIFA World Cup - Portugal x Germany
















Always look on the bright side of life... ;)

Disney never disappoints me


quinta-feira, maio 15, 2014

Ser Benfiquista no Porto


Há, e haverá sempre, quem fique contente com as tuas desventuras, é (para algumas pessoas) humano.
Seja pela ricaça que perdeu tudo, seja pela beldade que ficou gorda e feia, seja pelo casamento perfeito dos vizinhos que desmoronou, há sempre alguém que vibra com a desgraça alheia. Vibram de tal modo que é como se tivesse acontecido algo de bom nas suas próprias vidas - o que, por norma, raramente acontece. O que o cérebro (?) dessas pessoas processa é o seguinte: "se eu não sou tão rica quanto aquela, tão bonita, nem tenho uma relação tão boa, ainda bem que ela perdeu tudo, ficou feia, separou-se" - é, a chamada, inveja.
Ontem, soube que moravam muitas pessoas assim no meu prédio e fiquei com pena.
Sortudos, nós, os de bem com a vida. ;)

terça-feira, abril 01, 2014

Além do mau feitio tenho outras qualidades


É típico das pessoas assumirem que têm mau feitio. É como perguntar por um defeito e responderem "teimosia". No fundo, todos gostam de ser teimosos com mau feitio, é quase como uma prova de que, mesmo assim, têm quem goste deles ou uma desculpa para estarem sozinhos.
Eu fazia parte deste grupo, se de repente me perguntassem um defeito diria teimosa e assumiria que tinha mau feitio.
Contudo, à medida que o tempo vai passando, vou me apercebendo que há, realmente, pessoas com mau feitio e eu não sou uma delas. Não tive irmãos nem irmãs, infelizmente, e, como tal, sempre gostei de ter amigos em casa. Em pequena ia sempre chamar as minhas vizinhas para brincarem comigo e fazia questão de as tratar especialmente bem, de as deixar ficar com a barbie que eu mais gostava, de preparar um lanche com tudo o que eu adorava, de dar a última bolacha de chocolate que ficava ali tão só no prato, de as convidar para jantar só para poder disfrutar um bocadinho mais da sua companhia, de ver um filme repetido com elas, e que até nem era dos meus favoritos, só porque ainda não o tinham visto. Também me enervava, claro, mas acho que sempre soube ser boa amiga, precisamente porque desde cedo tive consciência de que os meus melhores amigos poderiam ser os irmãos que nunca tive.
Já me zanguei várias vezes, seja com amigos, com a minha mãe, com a prima, com a tia, mas nunca mais que umas horas, não consigo e, aliás, odeio! Por muito que sinta que tenho razão prefiro dar o braço a torcer, fazer as pazes e depois explicar calmamente o meu lado, do que manter o orgulho e ficar zangada até me pedirem desculpa. "Cada minuto que passamos zangados, são 60 segundos de felicidade que perdemos" - penso muito nesta frase.
Porque mau feitio não é responder seco aos pais quando estamos num dia não, ou falar mais alto com o namorado/marido quando estamos sentidas com algo que fez, ou responder mais seco a uma amiga porque não concordamos com uma opinião. Isto não é ter mau feitio, isto é ter feitio. Ponto.
Mau feitio é achar que temos a razão sempre connosco pois só queremos ver o nosso lado, é responder torto porque aquele ou aquela estava a ter a ousadia de não concordar connosco, é ficarmos zangados com um amigo e deixarmos de lhe falar dias, semanas, meses até se tornarem anos, é sermos rancorosos e não sabermos perdoar, é, acima de tudo, não nos importarmos com o sentimento dos outros. Isto é ter mau feitio. Todo o resto é apenas personalidade.

sábado, março 22, 2014

Guilty Pleasure


If there are boundaries, I will try to knock them down
I’m latching on, babe, now I know what I have found

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

sexta-feira, janeiro 31, 2014

Translated words of the day
















Daqui

"Ouve-a quando te fala sobre a Vida. O mundo é um lugar tão frio, por isso Deus fez o seu coração tão quente. Quando as coisas ficarem difíceis não te vires a ela: vira-te para ela. Ela é forte porque é o teu suporte principal. Não a tentes quebrar: constrói-a e serás um homem melhor."

terça-feira, janeiro 28, 2014

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Life's advices


Usually in life:
















 
And never forget:

terça-feira, janeiro 21, 2014

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Lido hoje


"O amor mata. Principalmente os outros. De inveja." 

Ahahah top!

quinta-feira, dezembro 05, 2013

Pai Natal, aceita-se:


Esfoliante Body Shop

Porta-moedas Bimba&lola










Qualquer pulseira Pekan






 


Mala ou casacão Zara




Relógio MK

segunda-feira, novembro 18, 2013

quarta-feira, setembro 25, 2013

domingo, setembro 22, 2013

To write or to be written about


Guilty Pleasure: missing this tv serie.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Dias-SIM


Escrever para mim sempre foi terapêutico. Em dias-NÃO há quem se enerve mais facilmente, há quem grite, há quem se isole, há quem perca a paciência, há quem só queira silêncio, eu escrevo.
Hoje é um dia-NÃO daqueles em que, apesar de sabermos que temos tanto por que agradecer, só conseguimos ver o que está errado, o que corre mal, o que nos falta e a relva do vizinho que é sempre tão mais verde do que a nossa... sortudos!
Nós não, nós não temos sorte num dia-NÃO, não temos alegria no sorriso, convicção na gargalhada, calma a discordar, sensatez ao ouvir e leveza no olhar, nada. Falta-nos tudo. O "tudo" que está presente nos dias-SIM evapora-se, sabe Deus para onde, logo agora que precisava tanto dele.
Porém, não fossem os dias-NÃO e não saberiamos valorizar cada dia-SIM: tão bons esses dias, os que nos põe alegria no sorriso, convicção na gargalhada, calma na discórdia, sensatez ao ouvir e leveza no olhar,  mesmo quando temos problemas. Oh! Esses dias-SIM que nos fazem ver o lado bom de tudo e tornam os problemas tão insignificantes perto do "tudo".
Não há nada como dias-SIM.

Definições
















"Paciência não é saber esperar, mas saber manter uma boa atitude enquanto se espera."

"What defines you" words of the day



















"Duas coisas definem-te. A tua paciência quando não tens nada, e a tua atitude quando tens tudo."

segunda-feira, julho 08, 2013

domingo, junho 09, 2013

sábado, junho 08, 2013

Mr.Sparks = Chuck Norris of romance


"Every girl is beautiful. Sometimes, it just takes the right guy to see it."
By Nicholas Sparks 

segunda-feira, junho 03, 2013

segunda-feira, maio 06, 2013

Love and other drugs


Hoffnung


As coisas não correm como eu queria, os ventos não sopram a favor, a semana começou mal (basta começar à segunda-feira), a paciência não me assiste, a sorte foi de férias (e logo ela que costuma andar mesmo atrás de mim, literalmente), o tempo solarengo irrita-me se estou a trabalhar, o tempo chuvoso enerva-me se estou nos intervalos, nada parece encaixar na perfeição... MAS CALMA! QUE:

quarta-feira, abril 17, 2013

domingo, abril 07, 2013

Férias da Páscoa


Foram por aqui:


















E incluíram isto ao vivo:
Espero que as vossas também tenham sido boas :)

domingo, fevereiro 24, 2013

Have a nice day


Vicky, Margarita, Barcelona


Até me considero uma pessoa animada, no meu grupo de amigos sou várias vezes apontada como referência de boa disposição (o que me deixa vaidosa, claro:) mas, a verdade, é que não sou a mesma desde que voltei.
Desde que cheguei de Barcelona nunca mais me senti tão "eu"... como me sentia lá. A desilusão que se sente quando se volta é, no mínimo, tremenda, não pelas festas ou faltas às aulas, longe disso, mesmo pela cultura que abraçamos e tomamos como nossa, pela nova língua, pela independência, pela aprendizagem constante, por nos sentirmos verdadeiramente cidadãos do mundo e se, para além de tudo isto, ainda nos identificarmos com a cidade, o caldo entorna.
A minha opinião mudou e se hoje tivesse que dar um conselho a todos os estudantes não os incentivava a fazer Erasmus. Porque quem não sabe é como quem não vê, quem nunca foi não sabe o que está a perder e, por conseguinte, está bem assim. Eu estava bem assim.
Desde que cheguei sinto-me numa busca constante pelo caminho certo, não me interpretem mal, sou uma pessoa feliz... apenas cronicamente insatisfeita. ;)

domingo, fevereiro 10, 2013

Likes





...mas disto ainda gosto mais:

domingo, fevereiro 03, 2013

Reasonable words of the day


“There is always some madness in love. But there is also always some reason in madness.” 

― Friedrich Nietzsche

segunda-feira, janeiro 28, 2013

O dinheiro (não) é tudo


Infelizmente, o dinheiro não afecta só os bens materiais que gostaríamos de ter e não podemos por falta dele. Indirectamente vai afectar a paz entre casais e famílias, seja por um querer outro filho e o outro não (porque não há condições financeiras), por um querer viajar e o outro relembrar que estão em poupanças, seja pelas contas a pagar que começam a ser demais, a harmonia evapora-se mais depressa que alcool ao lume e toda a gente sabe que "em casa onde não há pão, todos ralham, ninguém tem razão".
Só que o dinheiro não compra tudo - cliché mas verdade.
Imaginemos um casal riquíssimo entre o qual nunca houve um sentimento sincero, o dinheiro aqui nunca vai fazer com que um se apaixone pelo outro, pode apaixonar-se pelo cartão de crédito, pelas viagens, pela amante que conseguiu à conta da conta bancária mas amor entre eles o dinheiro não vai conseguir comprar, por muitas voltas e reviravoltas que possam dar.
Imaginemos agora um homem extremamente abastado, com muitas mulheres mas sem nenhuma, sem família e com predisposição para depressões, e outro pobre com mulher e filho que davam a vida por ele, um homem bem disposto e optimista, rico de espírito, culto, com uma vida repleta de histórias para contar mas pobre em bens. Ora, o rico no máximo pode comprar os melhores anti-depressivos, o melhor psiquiatra e, na melhor das hipóteses, uma cura. Mas alegria e boa disposição não há à venda, é pena. O pobre nunca vai ter uma mansão virada para o mar com iate à porta, nem vai vestir os casacos da marca mais cara, que não vai, mas entre a certeza de ser pobre e feliz ou rico e infeliz, quem é que escolheria a 2ª???
E é a resposta a esta pergunta que prova que há pessoas mesmo pobres... afinal, tudo o que têm é dinheiro.

terça-feira, janeiro 08, 2013

Amen
























*when everything seems wrong, remember it.

domingo, janeiro 06, 2013

Ventos, brisas e tornados



Tenho mixed-feelings em relação a esta frase.

Se por um lado é bom acreditar que se for para dar certo tudo vai correr de forma fácil-fácil, por outro também nos ensinaram que o que é fácil de se ter é fácil de se perder.

Assim sendo, pensemos.

Boas Festas, boas memórias.


Hoje acabam as Festas, espero que as vossas tenham sido tão Boas quanto as minhas.
Entretanto, o novo ano chegou. 2013 por si só, e numericamente falando, já não prometia ser grande coisa, com as medidas de austeridade muito menos mas, inexplicavelmente, tenho a sensação que 2013 nos vai surpreender pela positiva - ou não fosse 13 o número da sorte do meu avô e o meu avô um homem cheio de sorte.
O primeiro fim de semana do ano correu bem, como os meus pais foram numas merecidas mini-férias eu vim tomar conta da minha avó, que se portou lindamente (quem a conhece sabe que é bem capaz de se portar pior que um miúdo de 5 anos), fiz almoços, fiz jantares e, modéstia à parte, não estavam nada mal. ;)
Foi enquanto preparava o almoço de hoje que me lembrei de Barcelona - sempre tão presente na minha memória e nas pequenas coisas da vida - de como apanhavamos o Renfe para ir a um lugar mais longuínquo, de como entrei no comboio errado, me perdi e em vez de ir parar ao interior fui ter à praia (eu e o meu peculiar sentido de orientação), de como tive que perguntar a várias pessoas que Renfe apanhar de seguida, se é que haveria mais algum dado ser já hora de jantar, em como um senhor nos seus 60 me ajudou, em como cheguei sã e salva a Arc de Triomf onde me esperava quem já calculava que me perdesse. Essa foi das primeiras vezes que jantei arroz em Barcelona (massa era tão mais fácil de preparar, não era, M.?).
Hoje fiz arroz.

sexta-feira, dezembro 14, 2012

It's Christmas Time, provide useful advice:


"Nunca ames ninguém que te trate como uma pessoa qualquer."

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Segunda-feira


Segunda-feira é sempre um dia terrível, mais ainda quando temos uma má notícia, não péssima mas má, o suficiente para nos deixar desiludidos e tornar a segunda-feira um pouco mais difícil de suportar.
Mas sempre fui de tentar ver o lado melhor, que nem sempre é o optimista (até porque não sou a pessoa mais optimista do mundo), o lado melhor é mais um género de lado realista só que sem queixumes.
Nunca fui de me queixar, apesar de antes me considerar definitivamente uma pessoa pessimista (e até gostava: estava sempre a constatar que estava certa ou a ser agradavelmente surpreendida), no entanto reparo que ultimamente se tornou comum encontrar quem só se queixe, quem faça do estado depressivo uma rotina, quem veja mais facilmente o lado pior da vida e para quem a luz ao fundo do túnel não passe de um comboio pronto para os atropelar.
Dizem que más energias atraem-se e nós nao queremos isso. O País está como se sabe, os noticiários fazem questão de nos relembrar isso todos os dias, há, de facto, quem não tenha muitos motivos para sorrir mas pelo menos um, um só que seja, deve existir e merece que lhe seja dado o devido valor. 
É por isso que hoje fiquei triste mas parei para pensar no que aí vem: uma amiga prestes a chegar de longe, o dia das primas (estipulado por mim e pela minha primita, para quem a minha companhia ainda é a melhor do mundo :), o namorado com saúde, o Natal à porta com a família como sempre a conheci, a maioria dos presentes comprados e eu ansiosa por ver a reacção de cada pessoa a receber o seu.
Gosto imenso desta época e nada me deve por em baixo quando tenho tantos motivos para sorrir. Nem uma Segunda-feira.
 
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