sexta-feira, maio 22, 2015

quinta-feira, abril 30, 2015

Safe Haven



Já aqui o disse, não tenho irmãos, em criança, e ao longo do meu crescimento, as pessoas que me punham em primeiro lugar eram, e são, os meus pais e eram os meus avós.
Quando atingimos a idade adulta e um dia que nos faltem estas pessoas tão especiais (que, infelizmente, apesar de deverem ser, não são imortais) quem nos colocará em primeiro lugar?
A nossa cara-metade.
É o ciclo da vida, é para isso que formamos novas famílias, famílias essas escolhidas por nós, para cuidar de nós ao longo desta caminhada. Um dia os nossos filhos ter-nos-ão para sentirem que vêm em primeiro e nós teremos o nosso mais-que-tudo (como o próprio nome indica) para nos fazer sentir o mesmo, reciprocamente.
Se assim não fosse, onde estaria o amor no seio das novas famílias? Quando os nossos pais já não estivessem quem nos aconchegaria?
A família que escolhemos aconchegar-nos-á.
Porque todos precisamos daquela pessoa que nos faça sentir no lugar mais seguro do mundo, que não nos julgue, aquela para quem não precisamos esforçar-nos para agradar, a que nos porá sempre em primeiro - em criança são os pais, depois o marido/mulher.
Afinal, todos precisamos dum porto seguro.  

sábado, abril 25, 2015

Grey's Anatomy - still


I can still write whatever I want here, same can't be said by Shonda Rhimes, for the simple fact that she has a huge responsibility in her hands: please her fans, that's what she's paid to do, keep them happy. Why?
Because they've been following her show for a decade.
Let's not go overboard and kill a main character in the middle of the season, Miss Rhimes, gotta behave professionally no matter how bad a co-workers relationship is.
So, rewinding (I'll give you a little help):
Meredith wakes up with the phone in her hands, devastated by her bad dream, then: phone rings - it's Derek Shepherd... :)
Now, you go on, Miss Rhimes, you've got it from here.

sexta-feira, abril 24, 2015

Shonda Rhimes, RECONSIDER!


I've already lost Yang, I am not going to lose Dr.Shepherd, do you hear me? Ain't gonna happen.
A decade living with these characters... have mercy!
Make it a Meredith's nightmare, already!

sábado, março 28, 2015

domingo, março 22, 2015


Tenho saudades. Tenho tantas saudades de ser criança. A culpa é vossa, avós!
Tenho saudades de ir para vossa casa depois das aulas, dos lanchinhos da avó com tudo o que eu gostava e algo mais, do vosso jardim tão bem cuidado pelo avô, dos jantares deliciosos da avó que levavam a miúda mais esquisita a comer tudo até ao fim, das historias dela que me faziam rir à gargalhada, das histórias mais sérias do avô que sempre ensinavam uma coisa nova.
Tenho saudades tuas, avó mas ainda as posso matar. Tenho saudades tuas, avô, de como, apesar de seres uma pessoa tão seria, te rias sempre dos meus disparates. Tenho saudades tuas, avô, e não as posso matar.

quinta-feira, março 19, 2015

terça-feira, março 17, 2015

Sem parar


Fazer anos, para mim, nunca foi fácil. É um dia como os outros, certo, mas é o dia em que somos relembrados - à força - que mais um ano passou, que estamos mais velhos mas nem por isso mais maduros e que, realmente, caímos na armadilha de crescer mesmo estando o Peter Pan farto de nos avisar.
Os anos passam... E o tempo não pára...
Lembro de ficar desolada na noite em que saí dos 19 e entrei nos 20 anos - que escândalo, era tão nova! Mas a verdade é que eu estava. Triste, amuada, trombuda, não percebia como é que duas décadas tinham passado a voar e eu não tinha feito nada, nada para as aproveitar como mereciam ser aproveitadas, as primeiras duas décadas de vida não podiam ter passado assim, praticamente em aulas! Não, eu devia ter feito mais! Muito mais!!! Como foi possível não terem parado todos os relógios naquela noite e eu ter ficado para sempre com 19?!?
Os anos passam... E o tempo não pára...
Não me sinto mais madura, talvez mais sábia e, no fundo, com tanto por saber. Oh! Não sei nada, quero saber mais, já devia saber na ponta da língua todas as capitais do mundo contudo às vezes ainda fico a pensar, já devia ter conhecido pelo menos 1/4 desse mesmo mundo, já devia falar melhor alemão - até um miúdo alemão de 3 anos fala melhor que eu - já devia ter morado em mais do que 2 países, já devia ter pintado uns 40 quadros, já devia ter começado a escrever um livro, tantas coisas por fazer e nenhum plano para as realizar.
Os anos passam... E o tempo não pára.

segunda-feira, março 09, 2015

sábado, fevereiro 21, 2015

quarta-feira, janeiro 21, 2015

Haja quem me compreenda



















...e morenas. Canseira!

segunda-feira, janeiro 19, 2015

Em defesa de Nicholas Sparks












Não que ele precise, ou sequer se importe, no entanto, ouço e leio tantos comentários contra o seu tipo de escrita que (talvez por ser do contra) senti necessidade de vir, também eu, mandar o meu bitaite.
Se há coisa que aprecio em livros é a capacidade de me transportarem para a história e me fazerem sentir tal e qual as personagens. Ora, a receita de Nicholas Sparks é simples e infalível: boy meets girl, amor impossível para lá de profundo, romance de alto gabarito, drama para haver a separação e, no final, acaba tudo em bem. Ou em lágrimas. Mas bem na mesma.
Gosto de ter a certeza que, ao ler um livro deste senhor, vou relaxar com as descrições da Carolina do Sul, entreter-me com a apresentação dos personagens, derreter com os detalhes românticos entre os dois, vibrar com o reencontro e, para finalizar, fechar o livro em choro apoteótico ou sorrisos previsíveis. Para mim funciona na perfeição, é o que procuro num livro de mesa-de-cabeceira ou férias, que me descontraia.
Podia por-me aqui a descrever as histórias da colecção de livros da Agatha Christie da minha avó paterna que comecei a ler quando tinha uns 11 anos e acabei pouco tempo depois, contudo, aguçavam-me os sentidos, punham-me tensa... eram excelentes, confesso!
Hoje em dia, feliz ou infelizmente, não preciso ler livros para sentir o mesmo, basta ligar a televisão e ver cinco minutos de telejornal. Para tragédias, assassinatos e problemas sem solução à vista, já me chega a realidade em que vivemos. Cliché? Verdade.
Por tudo isto e, com certeza algo mais, não há nada que chegue a abrir um livro de Nicholas Sparks ao pé do mar.
Só tenho pena de não ter tido a mesma ideia que ele, antes, e hoje seria uma escritora de sucesso porque, digam o que disserem, critiquem o que criticarem, sucesso não lhe falta.

segunda-feira, janeiro 05, 2015

Things to do before 30 - part I


















  1. Move out your parents house;
  2. Live in another country;
  3. Share a house with a friend;
  4. Speak, at least, one language as good as your mother tongue;
  5. Get a tattoo;
  6. Grow your hair long (because there'll come a time when it might not look appropriate);
  7. Travel as much as you can;
  8. Get engaged;
  9. Live with your fiancé;
  10. Write a book...
(to be continued...)

sábado, janeiro 03, 2015

Boas Festas


Balanços do ano só mesmo no aniversário e mentalmente, por isso deixo apenas os meus desejos para 2015:

  1. Que seja melhor que 2014;
  2. Que a família tenha muita saúde;
  3. Que o sentimento mais frequente seja felicidade;
  4. Que as surpresas sejam boas;
  5. Que os patamares subidos sejam recompensados;
  6. Que os amigos de verdade (e, às vezes, os de verdade não são os que vemos todos os dias, nem os que vemos uma vez por ano: são os que mesmo vendo só algumas vezes se fazem sentir sempre presentes);
  7. Que nos desiludam menos e não desiludamos ninguém;
  8. Que as relações se tornem mais fortes;
  9. Que venham mais livros bons, mais filmes significantes e mais series caricatas;
  10. Que as viagens de lazer sejam uma constante;
  11. Que o conhecimento seja exponencial;
  12. Que tudo faça sentido (e o que não fizer que seja por uma boa causa).

Feliz Ano Novo! ;)

terça-feira, dezembro 30, 2014

Vainbook


Não sou de ir todos os dias às redes sociais, até porque, quando lá vou, raramente vejo notícias dos meus amigos, aparece-me sempre mais sobre bandas de música, realizadores e outras coisas em que pus "gosto" (gosto mas não preciso de ver o que fazem todas as semanas). Claro que podia seleccionar para que não me aparecesse mas eu quero ver... uma vez por mês... chega!
Em espécie de retrospectiva deste ano, no que diz respeito a redes sociais o que elas me mostraram, nomeadamente o Facebook, foi não haver casamentos aborrecidos, relações tempestuosas ou pessoas com vidas monótonas, graças ao Senhor anda tudo com uma vida digna de conto de fadas. Temos, também, os grupos secretos para que só alguns vejam, é válido, no entanto acaba sempre por se ver tudo, tendo amigos naquele grupo, afinal, "uma vez na internet, para sempre na internet".
Vale tudo para fazermos boa publicidade pessoal e a Maria Carolina se colocar fotos a chorar porque todas as amigas têm namorado menos ela, ou o Alberto Carlos fotos aborrecido em casa porque todos os amigos saem à noite menos ele, não é bom marketing, não suscita interesse, não vende.
O que vende são fotografias de viagens (e essas valem a pena ver), beijos na boca (dispensamos), brindes e bebedeiras com grupos de amigos entre os quais há uma grande amizade à noite (preciosas estas amizades) e jantares exóticos (para vermos como o nosso peixe cozido é insosso ao pé do sushi deles). É a feira das vaidades, a revista Caras do comum mortal.
Quem, ao abrir a página, não ficaria surpreendido pela sinceridade dos que mais lá publicam? O emprego que não preenche, o divórcio que está iminente, os namorados que se dão tão bem como russos e ucranianos (embora tenhamos sido brindados todo o ano com posts romanticos entre eles), o que se apercebe que dos seus 500 amigos só pode contar com um e a que tem uma vida entediante mas se refugia nos copos no bar da moda quando os colegas podem ir com ela.
Não que fique contente com as adversidades que os outros enfrentam, até porque há sempre os que não publicam alegrias mas andam felizes da vida, era só mesmo para sentir um bocadinho da imperfeita realidade no meio do perfeito cinismo. 
Porque melhor que folhear uma boa revista cor-de-rosa, é assistir à nova temporada duma série imprevisível.

quarta-feira, novembro 19, 2014

quarta-feira, outubro 15, 2014

Ditado português do dia


"Quem muito desconfia não é de confiar."

segunda-feira, setembro 22, 2014

:D


quinta-feira, setembro 18, 2014

Ao extremo















É o problema dos extremistas:
  • fé, têm a mais (e, já todos sabemos, o que é demais é erro);
  • interpretação, só à letra e sabe Deus (seja que deus for);
  • inteligência, muito pouca (só lhes dá para o mal, como dizia o meu avô).
Se católicos tiveram os da Inquisição, muçulmanos têm agora os da ISIL.
If only closed minds came with... tied hands.

Don't you just love...




















...When the following sentence "what's essential is invisible to the eye" comes with a picture like that? ;)
Ohhh the wonders of internet!

quarta-feira, setembro 10, 2014

Post ressabiado



















Este é o verdadeiro post ressabiado porque se há coisa que odeio é a espécie sonsa.
Há 2 tipos de amigas: as cabeça no ar mas verdadeiras e as "amigas". Estas últimas, aparentemente, vivem tranquilas no seu canto para, oportunamente, porem a casa dos outros a arder. Como? Ora, dirigir-se a outrem, subtil e "inocentemente", com alguma invenção à mistura, para meter lenha na fogueira (com sorte até pode bater certo o suficiente para manter a chama acesa) é sempre uma boa forma de ficar confortavelmente quentinha a assistir à sua ascensão a única-amiga-que-fica-bem-na-fotografia, o resto são cinzas.
Todavia, acaba por ser indiferente, afinal, todos sabemos que estas são, e serão, apenas "amigas". Cliché ou não: ser fiel, tentar sempre animar, evitar magoar e, acima de tudo, estar lá nos bons e nos maus momentos, ainda que com disparates à mistura, não é para todos.
Eu avisei que este era um post ressabiado porque a sonsisse só pode ser a pior coisa à face da terra. É isso e os jihadistas.

quarta-feira, agosto 27, 2014

On friends


domingo, agosto 24, 2014

After a while*



Após anos sem a ver, voltei à série Sex & the City e revi-a duma ponta à outra.
Como de costume, não me desiludiu, há sempre uma ou outra situação com que, facilmente, nos relacionamos, a amizade entre as quatro é exemplar, o sentido de humor é uma constante e, ainda que algum do vestuário seja extravagante, a maioria é intemporal.
A sexta temporada é a que me custa mais assistir, não por ser a última, mas por haver a constrangedora viagem a Paris: o vaguear pelas ruas pitorescas de Paris sempre com o semblante triste e carregado, os dias solitários numa cidade tão romântica, a luxúria e a abundância que nada podiam fazer quanto ao seu estado taciturno. Carrie estava lá, com o seu Russo, numa cidade de sonho, onde sempre quis ir, contudo, não conseguia estar feliz. Como consequência, não podia deixar de imaginar como seria estar lá com alguém que se preocupasse, alguém que a fizesse rir... Mr.Big. Obviamente que, quando este último aparece para a salvar, - qual príncipe encantado no seu cavalo branco - o meu coração chega ao ponto de fusão, afinal, apanhar um avião de New York para Paris, apenas para tentar resgatar um amor, não é para todos e estas atitudes enchem as medidas a qualquer romântica incurável que se preze, como eu. ;)
As pessoas fazem os locais. Não há cidade, por mais perfeita que seja, que nos faça feliz com a companhia errada. E até eu, que odeio pessoas que não as minhas, tenho que constatar os factos. :)

you just want to be with the one who makes you laugh.

Limitless vs Lucy


A good movie about the brain (made by someone who uses, at least, 10% of his brain):













A movie about the brain (made by someone who doesn´t use it):

quinta-feira, agosto 07, 2014

terça-feira, julho 29, 2014

Lucas
























May you be my new best friend.

terça-feira, julho 22, 2014

segunda-feira, junho 23, 2014

The New York Post


Ora, acabo de ler no New York Post inúmeros comentários de brasileiros que no último jogo Portugal x USA torceram por quem? USA, claro está! Está? Nem por isso.
Senão vejamos: serei eu a única idiota que quando o Brasil joga torce por eles? Até podia ser mas, na verdade, olho à minha volta e, praticamente, todos os meus amigos, familiares ou conhecidos, não jogando Portugal, torcem pelo "País Irmão". Obviamente, podemos sempre acreditar que havia excepções brasileiras do nosso lado e, os que não estavam, torciam pela equipa mais fraca de modo a que fosse essa a enfrentar o Brasil (e não é que essa torcida até tem dado certo?...). No fundo, sabemos que não terá sido bem assim, é mais do mesmo, tal como "nuestros hermanos": uma vida a torcer por eles e eles sempre nas tintas para nós, pequenitos!
Enfim, depois de ler os tais comentários nesse jornal norte-americano constato que, realmente, os portugueses não aprendem. Acho que a única coisa que os portugueses sabem é escrever sem dar erros ortográficos...

quarta-feira, junho 18, 2014

2014 FIFA World Cup - Portugal x Germany
















Always look on the bright side of life... ;)

Disney never disappoints me


quinta-feira, maio 15, 2014

Ser Benfiquista no Porto


Há, e haverá sempre, quem fique contente com as tuas desventuras, é (para algumas pessoas) humano.
Seja pela ricaça que perdeu tudo, seja pela beldade que ficou gorda e feia, seja pelo casamento perfeito dos vizinhos que desmoronou, há sempre alguém que vibra com a desgraça alheia. Vibram de tal modo que é como se tivesse acontecido algo de bom nas suas próprias vidas - o que, por norma, raramente acontece. O que o cérebro (?) dessas pessoas processa é o seguinte: "se eu não sou tão rica quanto aquela, tão bonita, nem tenho uma relação tão boa, ainda bem que ela perdeu tudo, ficou feia, separou-se" - é, a chamada, inveja.
Ontem, soube que moravam muitas pessoas assim no meu prédio e fiquei com pena.
Sortudos, nós, os de bem com a vida. ;)

terça-feira, abril 01, 2014

Além do mau feitio tenho outras qualidades


É típico das pessoas assumirem que têm mau feitio. É como perguntar por um defeito e responderem "teimosia". No fundo, todos gostam de ser teimosos com mau feitio, é quase como uma prova de que, mesmo assim, têm quem goste deles ou uma desculpa para estarem sozinhos.
Eu fazia parte deste grupo, se de repente me perguntassem um defeito diria teimosa e assumiria que tinha mau feitio.
Contudo, à medida que o tempo vai passando, vou me apercebendo que há, realmente, pessoas com mau feitio e eu não sou uma delas. Não tive irmãos nem irmãs, infelizmente, e, como tal, sempre gostei de ter amigos em casa. Em pequena ia sempre chamar as minhas vizinhas para brincarem comigo e fazia questão de as tratar especialmente bem, de as deixar ficar com a barbie que eu mais gostava, de preparar um lanche com tudo o que eu adorava, de dar a última bolacha de chocolate que ficava ali tão só no prato, de as convidar para jantar só para poder disfrutar um bocadinho mais da sua companhia, de ver um filme repetido com elas, e que até nem era dos meus favoritos, só porque ainda não o tinham visto. Também me enervava, claro, mas acho que sempre soube ser boa amiga, precisamente porque desde cedo tive consciência de que os meus melhores amigos poderiam ser os irmãos que nunca tive.
Já me zanguei várias vezes, seja com amigos, com a minha mãe, com a prima, com a tia, mas nunca mais que umas horas, não consigo e, aliás, odeio! Por muito que sinta que tenho razão prefiro dar o braço a torcer, fazer as pazes e depois explicar calmamente o meu lado, do que manter o orgulho e ficar zangada até me pedirem desculpa. "Cada minuto que passamos zangados, são 60 segundos de felicidade que perdemos" - penso muito nesta frase.
Porque mau feitio não é responder seco aos pais quando estamos num dia não, ou falar mais alto com o namorado/marido quando estamos sentidas com algo que fez, ou responder mais seco a uma amiga porque não concordamos com uma opinião. Isto não é ter mau feitio, isto é ter feitio. Ponto.
Mau feitio é achar que temos a razão sempre connosco pois só queremos ver o nosso lado, é responder torto porque aquele ou aquela estava a ter a ousadia de não concordar connosco, é ficarmos zangados com um amigo e deixarmos de lhe falar dias, semanas, meses até se tornarem anos, é sermos rancorosos e não sabermos perdoar, é, acima de tudo, não nos importarmos com o sentimento dos outros. Isto é ter mau feitio. Todo o resto é apenas personalidade.

sábado, março 22, 2014

Guilty Pleasure


If there are boundaries, I will try to knock them down
I’m latching on, babe, now I know what I have found

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

sexta-feira, janeiro 31, 2014

Translated words of the day
















Daqui

"Ouve-a quando te fala sobre a Vida. O mundo é um lugar tão frio, por isso Deus fez o seu coração tão quente. Quando as coisas ficarem difíceis não te vires a ela: vira-te para ela. Ela é forte porque é o teu suporte principal. Não a tentes quebrar: constrói-a e serás um homem melhor."

terça-feira, janeiro 28, 2014

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Life's advices


Usually in life:
















 
And never forget:

terça-feira, janeiro 21, 2014

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Lido hoje


"O amor mata. Principalmente os outros. De inveja." 

Ahahah top!

quinta-feira, dezembro 05, 2013

Pai Natal, aceita-se:


Esfoliante Body Shop

Porta-moedas Bimba&lola










Qualquer pulseira Pekan






 


Mala ou casacão Zara




Relógio MK

segunda-feira, novembro 18, 2013

quarta-feira, setembro 25, 2013

domingo, setembro 22, 2013

To write or to be written about


Guilty Pleasure: missing this tv serie.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Dias-SIM


Escrever para mim sempre foi terapêutico. Em dias-NÃO há quem se enerve mais facilmente, há quem grite, há quem se isole, há quem perca a paciência, há quem só queira silêncio, eu escrevo.
Hoje é um dia-NÃO daqueles em que, apesar de sabermos que temos tanto por que agradecer, só conseguimos ver o que está errado, o que corre mal, o que nos falta e a relva do vizinho que é sempre tão mais verde do que a nossa... sortudos!
Nós não, nós não temos sorte num dia-NÃO, não temos alegria no sorriso, convicção na gargalhada, calma a discordar, sensatez ao ouvir e leveza no olhar, nada. Falta-nos tudo. O "tudo" que está presente nos dias-SIM evapora-se, sabe Deus para onde, logo agora que precisava tanto dele.
Porém, não fossem os dias-NÃO e não saberiamos valorizar cada dia-SIM: tão bons esses dias, os que nos põe alegria no sorriso, convicção na gargalhada, calma na discórdia, sensatez ao ouvir e leveza no olhar,  mesmo quando temos problemas. Oh! Esses dias-SIM que nos fazem ver o lado bom de tudo e tornam os problemas tão insignificantes perto do "tudo".
Não há nada como dias-SIM.

Definições
















"Paciência não é saber esperar, mas saber manter uma boa atitude enquanto se espera."

"What defines you" words of the day



















"Duas coisas definem-te. A tua paciência quando não tens nada, e a tua atitude quando tens tudo."

segunda-feira, julho 08, 2013

domingo, junho 09, 2013

sábado, junho 08, 2013

Mr.Sparks = Chuck Norris of romance


"Every girl is beautiful. Sometimes, it just takes the right guy to see it."
By Nicholas Sparks 

segunda-feira, junho 03, 2013

segunda-feira, maio 06, 2013

 
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